Não sabe representar e é careca. Dança um pouco.
Um executivo da metro a respeito de Fred Astaire,1928
Sugiro que você faça um curso de secretária ou se case.
Emmeline Snively, diretora de uma agência de modelos para Norma Jean Baker, futura Marilyn Monroe,1944
Um ator é um sujeito que, se você não estiver falando dele,não está prestando atenção
Marlon Brando
Fazer um filme lhe dá toda a alegria de ter sua mão pega numa máquina de moer carne.
Na verdade,nem é tão agradável.
Woody Allen
Os irmãos Santos Pereira tentaram fazer um filme épico,mas o máximo que conseguiram foi fazer um filme hípico.
Sérgio Augusto a respeito de Grande Sertão: Veredas
E o Vento Levou vai ser o maior fracasso da história de Hollywood.
Ainda bem que é Clark Cable e não Gary Cooper quem vai entrar bem.
Gary Cooper, 1938
Reagan não tem pinta de presidente.
Um executivo da United Artist rejeitando a contratação do ator para um dos papéis de Vassalos da Ambição ( The Best Man)
Eu a conheci antes de ela ser virgem.
Oscar Levant sobre Doris Day
Se eu tivesse tido relações com todas as mulheres que os jornalistas disseram,não teria tempo de pescar.
Clark Gable
Mas, a melhor história que li ( ironicamente..) não estava no livro, e, sim, num cartão que recebi. Embora não seja fã de clichês e nem de narrativas com jeito de que bonitinho, não pude deixar de me comover. Dá só uma olhada:
Sparky
Para Sparky, o colégio era uma coisa quase impossível. Ele foi reprovado em todas as matérias na sétima série. Foi reprovado em física no cientifico, com nota zero. Sparky também foi reprovado em latim, em álgebra e em inglês. Não foi muito melhor nos esportes: embora tenha conseguido entrar para o time de golfe da escola, rapidamente perdeu o único jogo importante da temporada. Havia um jogo de consolação e esse ele perdeu também
Durante toda a sua vida, Sparky teve problemas de sociabilidade. Os outros alunos não chegavam a não gostar dele, pois ninguém lhe dava importância suficiente para isso. Ele ficava surpreso se algum colega lhe dava bom dia fora do horário de aula. Não se sabe ao certo como foi sua vida sentimental. Sparky nunca convidou uma garota para sair no cientifico. Tinha medo demais de ser rejeitado
Sparky era em perdedor. Ele, seus colegas...todo mundo sabia. Então, ele vivia com isso. Sparky tinha decidido cedo na vida que, se fosse para as coisas darem certo elas dariam. Do contrário, ele se contentaria com o que parecia ser sua inevitável mediocridade.
No entanto uma coisa era importante para Sparky: desenhar. Ele tinha orgulho de seus desenhos. É claro que ninguém mais gostava deles. No ultimo ano do cientifico, ele ofereceu alguns quadrinhos para os organizadores do livro de formatura da classe. Os desenhos foram rejeitados. Apesar dessa rejeição tão especifica, Sparky estava tão convencido de seu talento que decidiu se tornar artista profissional.
Depois de completar o cientifico ele escreveu uma carta aos estúdios Disney. Pediram-lhe que mandasse algumas amostras de seu trabalho e sugeriram o tema para uma série de quadrinhos. Sparky desenhou os quadrinhos propostos. Passou muito tempo trabalhando neles e em todos os outros desenhos que enviou para avaliação. Finalmente recebeu uma resposta dos estúdios. Havia sido rejeitado mais uma vez. Outra derrota para o perdedor.
Sparky, então, decidiu escrever sua própria autobiografia em quadrinhos. Descreveu a si mesmo quando criança: um garoto perdedor e que nunca conseguia se sobressair. O personagem de quadrinhos logo se tornaria famoso no mundo inteiro. Pois, Sparky, o menino que tinha tão pouco sucesso no colégio e cujo trabalho fora rejeitado vezes sem conta, era Charles Schultz. Ele criou a tira Peanuts com o cachorro Snoopy, e o pequeno personagem Charlie Brown, cuja pipa nunca voava, e que nunca conseguia chutar uma bola de futebol.
Charles Schultz

Ooowwwwnnnnnnn!!!!
ResponderExcluirEu também não sou muito fã de clichês, embora algumas vezes não consiga evitar.. e vou usar um agora:
"Não desista de seus sonhos!"
Ah, e eu AMO o Charlie Brown... dá uma vontade de adotá-lo, abraçá-lo, cuidar dele... embora minha mãe dissesse que eu parecia o Lino, sempre arrastando um cobertorzinho e chupando o dedo polegar...